Livro "inventores de rua"
brevemente perto de si!
detalhes em www.inventoresderua.web.pt
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Um contributo de Fernando Nogueira Gonçalves...que não podem perder!
Comprei há dias o livro de Luís Ene: Mil e uma histórias. É um exemplo de criatividade literária extrema. Gostei de o ler. Gostei da absurdidade das histórias. Gostei da mistura heterogénea de textos. Gostei da ideia per si.
Gostei ainda de um outro exemplo de criatividade: comprei o livro através do blog de Paulo Querido. Fiquei ligeiramente espantada e cativada pela estranheza da situação. Um blog com possibilidade de e-commerce. E porque não? Tudo é possível na comunidade bloggista, tudo é criativo, tudo pode ser diferente. Gostei. É criativo.
De 28 de Maio a 5 de Junho realizar-se-á em Chaves, a 3ª edição das jornadas Flávia Criativa – Salão de Inventores Júlio dos Santos Pereira.
Do programa provisório faz parte, uma Missa em Memória e Conferências alusivas à criatividade. Treze anos depois, juntam-se de novo as instituições que iniciaram o projecto FLAVIA CRIATIVA: Escola Profissional de Chaves, Associação Portuguesa de Criatividade e Câmara Municipal de Chaves, para organizar e patrocinar este evento.
Esta 3ª edição apresenta-se este ano como um certame ibérico. Pedro Corbacho Pereira da Fundación Ferdega, director do certame Imaginaria em Villa Garcia de Arousa, Espanha, é o garante da presença espanhola.
Espera-se a presença de inventores e conferencistas dos dois lados da fronteira, que transformarão Chaves num centro de criatividade. Uma oportunidade única não só para o público admirar in loco as engenhocas dos inventores, mas também para os próprios criativos dos dois países poderem trocar experiências.
O cartaz promocional do Flávia Criativa esteve desta vez a cargo do artista plástico Mário Lino, cujo gesto altruísta veio enriquecer a “galeria de arte” da Escola Profissional de Chaves com mais uma obra juntando-se às outras duas, também oferta, dos artistas Paula Dias e Espírito Santo Esteves.
Um link próprio no site da Escola Profissional, informa desde já o público sobre a Flávia Criativa. É o retomar de um frenesim escolar na organização do certame. Está em causa o adequar novas ideias a novas maneiras de fazer as coisas e o estabelecimento de ensino sabe disso. Assim a Escola Profissional de Chaves, garante as próximas edições bienais da Flávia Criativa, ao incluir o evento nos futuros Planos de Actividades da instituição.
CRIAÇÃO DO MUSEU DE INVENTORES
A apresentar em 2005
Introdução
Temos em Portugal, umas largas centenas de inventores que brindam a sociedade com inúmeros trabalhos. São inventos para melhorar a vida das pessoas e que podem gerar mais valias, quer para os inventores, quer para empresas que apostem nessas inovações, quer ainda e mais importante, para aumentar o bem-estar das pessoas.
A maior parte desses inventores, são cidadãos que têm na criatividade o seu passatempo, não estando ligados a empresas nem a grupos de investigação. Dizem as estatísticas que cerca de oitenta por cento das patentes registadas em Portugal, são destes criativos independentes, que com inúmeros sacrifícios vão engrossando os arquivos de patentes em Portugal. O único reconhecimento destes portugueses é dado e de uma forma sensacionalista por uma imprensa e um jornalismo ávido de espectularidade em detrimento de uma divulgação que mobilize os empresários à aplicação destes trabalhos e porque não, motivando os mais novos para a cultura da criatividade.
A criatividade mais do que inventar deve ser um estado de espírito para que todos os cidadãos aceitem a novidade e a apoiem, única forma de as sociedades se desenvolverem.
Todos os anos, alguns desses inventores, expõem os seus trabalhos em certames internacionais onde obtêm inúmeros prémios e distinções, a maior parte das vezes não pela sofisticação da tecnologia aplicada, mas e fundamentalmente pela simplicidade e genialidade dos mesmos inventos.
Se como vimos, os trabalhos dos criativos portugueses é tão apreciado, porquê a sua não industrialização? Porquê a classe empresarial se distancia destes criativos, não os usando inclusive nos seus quadros e que lhes poderiam ajudar no progresso das suas indústrias? E que dizer dos apoios à criatividade pelos responsáveis do País? Eu sei que há incentivos para desenvolver os inventos, mas não é desses incentivos que os inventores precisam. O inventor não pretende ser empresário. O inventor quer que alguém explore a sua ideia e a ponha em prática de maneira a ficar liberto e com condições económicas para outros criações.
O MUSEU
Pelo descrito na introdução, a criação de algo que divulgue e traga gente para a causa da criatividade, é um imperativo de todos. Este museu será um meio de divulgar a criatividade e os inventores, quer sejam inventores independentes, quer sejam activos de empresas. Terá como público preferencial, as escolas e o meio juvenil, que pela sua apetência natural para a novidade, serão no futuro quem melhor poderá implementar o que se cria no País. Também será uma forma de sensibilizar as autoridades e o público em geral para esta causa. Terá biografias essencialmente de inventores Portugueses e sempre que possível, protótipos originais ou réplicas, para melhor compreensão da invenção apresentada.
Sabemos que este trabalho, será um trabalho de anos, no entanto e enquanto a criatividade não trouxer mais valias económicas, quer para os inventores, quer para as empresas, esta deverá ser apoiada quer pelo que representa a nível de imagem do país, quer na motivação da nossa juventude para inovação e criatividade. Se entendermos essa motivação, então estamos a semear mentes abertas, mentes cultas e mentes que farão um Portugal moderno e desenvolvido, onde a palavra impossível não mais existirá.
autor
fernando nogueira gonçalves
A partir de 30 de Outubro até 14 de Novembro, a Academia Almadense apresenta no seu átrio os inventos portugueses premiados no Salão Internacional de Genéve.
Serão parte desta exposição as invenções de Fernando Nogueira Gonçalves.
- Um evento organizado pela Associação Portuguesa de Criatividade e Rotary Club de Almada -
Viva a criatividade teórica e aplicada e espaços novos como este. Para os interessados sobre a temática da criatividade sugiro a seguinte morada: www.iacat.com.
Até breve.
Afixado por: António Cordeiro em agosto 28, 2004 03:24 PM
Conheço uns exercícios muito engraçados de dinâmicas de grupos...
Encontra alguns em http://www.psicologia.com.pt/instrumentos/dinamicas/
Afixado por Ana [Lua] em agosto 14, 2004 02:40 PM
O Fernando Nogueira Gonçalves é um dos visitantes frequentes do blog da Criatividade. Obrigada pela fidelidade, Fernando.
Eis um dos seus comentários. Visite o seu site em www.invento.web.pt.
"Hoje é apresentado em Portugal o (COISO ) não sei se é este o nome exato desta invenção americana. É um veículo de transporte que desafia as leis da fisica, mantendo sempre o equilibrio, com apenas duas rodas. É a diferença entre um país desenvolvido e um país sub-desenvolvido. Eles apresentam produtos, nós ficamos pelos projéctos. Aliás se um inventor Português apresentasse tal projécto viriam logo uns quantos 'doutores' a dizer que não era possivel tal veículo , que ía contra as leis da fisica e que nos livros e manuais há provas disso. E assim vamos andando e....sonhando. " partilha connosco o Fernando Nogueira Gonçalves.
A famosa invenção, que parece realmente incrível, foi criada pela equipa do Dean Kamen e chamou-se IT (teve vários nomes :-) e começou, salvo erro pela nome Ginger).
Obrigada, Fernando, pela informação! Apresento abaixo mais informação sobre a invenção do senhor Dean Kamen:
O senhor tem uma personalidade original e entretém-se a desafiar as leis do negócio, de gestão, e por vezes as da sociedade. Desde jovem irreverente, Dean tem conseguido criar inovações que mudaram e continuam a mudar a vida das pessoas de todo o mundo.
Não acredita? Apresentamos-lhe então o Baxter – o aparelho de diálise doméstica –, o Fred (iBOT) – a cadeira de rodas que sobe e desce escadas e que levanta o seu utilizador à altura dos seus interlocutores – e a Ginger (IT) – o transportador com duas rodas paralelas que se equilibra em qualquer situação. O livro “Code Name Ginger” escrito por Steve Kemper e publicado em 2003, descreve a história de uma das suas invenções, o transportador (Ginger) que se propõe revolucionar a mobilidade das pessoas.
Será possível desligar o ser da sua existência ou do meio que o rodeia ?
Afixado por Antonio em janeiro 21, 2004 10:01 AM
1. Nada é impossível (é o lema da criatividade)
2. Um breve brainstorming sobre o assunto...(falaremos sobre como fazer um brainstorming um bocadinho mais tarde)
- levitação
- yoga
(até parece chato e pouco criativo o que estou a dizer, mas não se podem criticar as ideias, qualquer uma é boa)
- sonhar
- desenhar o mundo
- realidade virtual
- será que queremos nos desligar da realidade ou mudar a realidade para uma que nos agrade mais?
- chat/comunidades virtuais - bloggs
(boa notícia, pela simples participação numa comunidade bloggista, já se distanciou da sua realidade imediata)...