1. Fale com o seu cérebro. Aprenda a conhecê-lo. É um parceiro extraordinário que necessita da sua atenção.
2. É uma máquina surpreendente, com performance óptima, mas que se engana muitas vezes. Pergunte-se porque isto acontece e tente remediar os erros de percepção.
3. Utilize todos os seus sentidos. Aproveite cada dia para valorizar as sensações que os seus sentidos proporcionam.
4. Brinque com a realidade! O real não é real. O real é o que nosso cérebro diz que é real. Construa e descobra o seu mundo. Veja-o com humor.
5. Faça actividades variadas. O seu cérebro não gosta de actividades repetitivas.
6. Aprenda sempre coisas novas. A novidade é o oxigénio do cérebro. É o confronto com o desconhecido que permete ao seu cérebro de se regenerar.
7. Oiça a sua intuição! Nem tudo é racional.
8. O seu cérebro precisa de descansar de vez em quando. O sono, a sesta, as férias são óptimos momentos para isso.
9. Alterne o trabalho manual com o intelectual.
10. Assegure que tem momentos de solidão. Num mundo tão solicitante, o tempo para si próprio é essencial para a sua saúde e equilíbrio mental.
11. Faça caminhadas. Uma hora, duas horas, para falar com o seu cérebro. Para deixá-lo vadiar sem ordem, sem rigor.
12. Aprenda uma língua diferente. Japonês ou chinês. Uma língua que precisa de esforços grandes para a aprender. Só pelo prazer de aprender.
Será que está algo a mudar no País?
Ontem tive um prémio especial. Entre tantas contrariedades e indiferenças, são estes GRANDES gestos, de pessoas que nem sequer conhecemos, que nos fazem prosseguir no acto suicida de inventar.
Estavam meia dúzia de miúdos a jogar à bola eis quando, um deles sai do jogo e vindo a correr ter comigo disse:
VI OS SEUS INVENTOS NA TELEVISÃO E GOSTEI MUITO!
fiquei sem palavras!
O acto de inventar, de criar, parece-me uma questão de gosto pessoal e de personalidade. Mais cedo ou mais tarde as pessoas que estão à nossa volta ir-se-ão tornar mais criativas. E irão apreciar o nosso trabalho. A criatividade é o que nos faz evoluir, que tenhamos ou não consciência disso. Não podemos parar. Seria pena. E perderíamos estes grandes momentos!
Afixado por: Irina em março 31, 2004 10:45 AM